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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Nos laços (fracos) da internet

Qual é o impacto de tais sites na maneira como as pessoas se relacionam? Eles, de fato, diminuem a solidão? Recentemente, sociólogos, psicólogos e antropólogos passaram a buscar uma resposta para essas perguntas. Eles concluíram que essa comunicação não consegue suprir as necessidades afetivas mais profundas dos indivíduos. A internet tornou-se um vasto ponto de encontro de contatos superficiais. É o oposto do que, segundo escreveu o filósofo grego Aristóteles (384-322 a.C.), de fato aproxima os amigos: "Eles precisam de tempo e de intimidade; como diz o ditado, não podem se conhecer sem que tenham comido juntos a quantidade necessária de sal".

Por definição, uma rede social on-line é uma página na rede em que se pode publicar um perfil público de si mesmo – com fotos e dados pessoais – e montar uma lista de amigos que também integram o mesmo site. Como em uma praça, um clube ou um bar, esse é o espaço no qual as pessoas trocam informações sobre as novidades cotidianas de sua vida, mostram as fotos dos filhos, comentam os vídeos caseiros uns dos outros, compartilham suas músicas preferidas e até descobrem novas oportunidades de trabalho. Tudo como as relações sociais devem ser, mas com uma grande diferença: a ausência quase total de contato pessoal.

Os sites de relacionamentos, como qualquer tecnologia, são neutros. São bons ou ruins dependendo do que se faz com eles. E nem todo mundo aprendeu a usá-los a seu próprio favor. Os sites podem ser úteis para manter amizades separadas pela distância ou pelo tempo e para unir pessoas com interesses comuns. Nas últimas semanas, por exemplo, o Twitter foi acionado pelos iranianos para denunciar, em mensagens curtas e tempo real, a violência contra os manifestantes que reclamavam de fraudes nas eleições presidenciais. Em excesso, porém, o uso dos sites de relacionamentos pode ter um efeito negativo: as pessoas se isolam e tornam-se dependentes de um mundo de faz de conta, em que só se sentem à vontade para interagir com os outros protegidas pelo véu da impessoalidade.

O sociólogo americano Robert Weiss escreveu, na década de 70, que existem dois tipos de solidão: a emocional e a social. Segundo Weiss, "a solidão emocional é o sentimento de vazio e inquietação causado pela falta de relacionamentos profundos. A solidão social é o sentimento de tédio e marginalidade causado pela falta de amizades ou de um sentimento de pertencer a uma comunidade". Vários estudos têm reforçado a tese de que os sites de relacionamentos diminuem a solidão social, mas aumentam significativamente a solidão emocional. É como se os participantes dessas páginas na internet estivessem sempre rodeados de pessoas, mas não pudessem contar com nenhuma delas para uma relação mais próxima.

Sites como Orkut, Facebook e Twitter, por sua instantaneidade, criaram esse novo tipo de ansiedade: a de ficar sempre plugado para evitar a impressão de que se está perdendo algo.

"Quando se desabafa com um amigo pela internet, alguns sinais de afetividade são deixados de lado, como o olhar, a expressão corporal e o tom de voz", diz a psicóloga Rita Khater, da Pontifícia Universidade Católica de Campinas.

As amizades na internet não são sequer mais numerosas do que na vida real. De nada adianta ter 500 ou 1000 contatos no Orkut. É impossível dar conta de todos eles, porque o limite das relações humanas é estabelecido pela biologia. O número máximo de pessoas com quem cada um de nós consegue manter uma relação social estável é, em média, de 150, segundo o antropólogo inglês Robin Dunbar, um dos mais conceituados estudiosos da psicologia evolutiva.

Dunbar começou a estudar o assunto na década de 90 e, agora, o seu cálculo está sendo confirmado nos sites de relacionamentos. Em média, o número de contatos nos perfis do Facebook e de seguidores no Twitter é de 120 pessoas. No Orkut, cada brasileiro tem cerca de 100 amigos. Mesmo quem foge do padrão e consegue amealhar alguns milhares de companheiros virtuais não conhece, de fato, muito mais do que uma centena.

"A internet é muito boa para administrar amizades já existentes, garantindo sua continuidade mesmo a grandes distâncias, mas é ruim para criar do zero relações de qualidade", disse Dunbar à revista.

Existem diferentes níveis de amizade, é lógico. As mais distantes são mais abundantes. É o que se chama, em sociologia, de "laços fracos". Relações sociais estáveis como as estudadas por Dunbar e Bernard são chamadas, por sua vez, de "laços fortes". Dentro dessa categoria há um núcleo reduzido de confidentes, que não costumam passar de cinco. Esses são os amigos do peito, com quem podemos contar sempre, mesmo nos piores momentos. As mulheres costumam ter um núcleo de confidentes maior que o dos homens. A característica se repete na internet. No Facebook, por exemplo, um homem com 120 contatos na lista responde com frequência aos comentários de sete amigos, em média. Entre as mulheres, esse número sobe para dez. "As mulheres têm mais facilidade para fazer amizades próximas do que os homens", diz a antropóloga Claudia Barcellos Rezende, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Já os homens se especializaram em estabelecer um número maior de relações, mas com um grau de intimidade menor.

"O tamanho médio do núcleo de amigos próximos parece estar diminuindo, enquanto a rede de contatos fracos aumenta", disse a VEJA o sociólogo Peter Marsden, da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Ou seja, cresceram as relações superficiais, efêmeras, e reduziram-se as mais afetivas, profundas. A tendência é reproduzida à perfeição – e intensificada – nas redes sociais on-line. É como se a maioria das relações fosse estratégica, tal como as dos homens das cavernas. "Nesses sites, é possível manter os relacionamentos a uma distância segura. Ou seja, aproximações e afastamentos se dão na medida do necessário", afirma Luli Radfahrer, professor de comunicação digital da Universidade de São Paulo. Um exemplo conhecido dos adeptos do Orkut no Brasil são os ex-colegas de escola que, depois de anos sem se comunicar e mesmo sem ter nenhuma afinidade pessoal, passam a engordar a lista de amigos virtuais uns dos outros. Quando conveniente, o contato é retomado para resolver questões práticas. Esses laços fracos são muito úteis, por exemplo, para descobrir oportunidades de trabalho. Amigos próximos são menos eficientes em tal quesito porque, em geral, circulam no mesmo meio e têm acesso às mesmas informações. Uma das redes sociais com o maior crescimento de adeptos no mundo é justamente o LinkedIn, especializado em estabelecer vínculos profissionais.

Na internet, é fácil administrar uma enorme rede de contatos, com pessoas pouco conhecidas, porque estão todos ao alcance de um clique. A lista de amigos virtuais é uma espécie de agenda de telefones, com a vantagem de não ser necessário ligar para todos uma vez por ano para não ser esquecido. Basta manter o perfil atualizado e acrescentar à página comentários sobre, por exemplo, suas atividades cotidianas. Isso cria um efeito conhecido como "sensação de ambiente". É como se cada um dos contatos de determinada pessoa estivesse fisicamente presente no momento em que ela reclama de uma coceira nas costas ou comenta sobre a música que está ouvindo. O Twitter explora esse princípio na sua forma mais crua, ao incitar os seus participantes a responder em apenas 140 caracteres à pergunta: "O que você está fazendo?". Os comentários vão de "comendo pão de queijo" a observações espirituosas sobre a vida. O fluxo constante de informações pessoais cria um paradoxo: ao mesmo tempo que ele é necessário para cativar a atenção dos amigos virtuais, pode pôr em risco a imagem pública do indivíduo.

Cada perfil nos sites de relacionamentos pode ser comparado a um pequeno palco. Esse exercício até certo ponto teatral é, no entanto, apresentado a uma audiência invisível. "Como não estamos vendo nossos espectadores, somos incapazes de observar sua reação ao que estamos fazendo e, com isso, ficamos à vontade para nos expor mais do que seria prudente", disse a VEJA Barry Wellman, professor de sociologia da Universidade de Toronto, no Canadá. As táticas para driblar a superexposição nas redes sociais on-line são variadas. Há quem mantenha dois perfis no mesmo site: um para laços fracos, com informações pessoais mais contidas, e outro para laços fortes, em que se pode permitir um grau de exposição maior.

A necessidade de classificar os contatos virtuais na sua página do Orkut ou do Facebook segundo o grau de intimidade desafia um dos princípios da amizade verdadeira: a total reciprocidade. Na vida real, o desnível da afinidade que uma pessoa sente pela outra costuma ficar apenas implícito na relação entre elas. Na internet, ele é escancarado. Pode-se simplesmente bloquear o acesso de certos amigos a determinadas informações. Além disso, ela não estimula aquele tipo de solidariedade que faz com que dois amigos de carne e osso aturem, mutuamente, os maus momentos de ambos. Esse grau de convivência e aceitação de azedumes ou mesmo defeitos alheios é quase inexistente nas redes sociais. Quando alguém começa a incomodar, é ignorado ou deletado. "Se o objetivo é um vínculo afetivo maior, é preciso se encontrar pessoalmente", resume candidamente Danah Boyd, pesquisadora do Microsoft Research, um laboratório inaugurado em Massachusetts pela empresa de Bill Gates para o estudo do futuro da internet.

Ao fim e ao cabo, usar as redes sociais para fazer uma infinidade de amigos – quase sempre não muito amigos – é uma especialidade de Brasil, Hungria e Filipinas, países que têm o maior número de usuários com mais de 150 contatos virtuais. Uma pesquisa nos Estados Unidos, por exemplo, mostrou que 91% dos adolescentes usam os sites apenas para se comunicar com amigos que eles já conhecem. Parecem saber que, como dizia Aristóteles, amigos verdadeiros precisam ter comido sal juntos. O que você está esperando? Saia um pouco da sua página virtual, pare de bisbilhotar a dos outros, dê um tempo nas conversinhas que só pontuam o vazio da existência e vá viver mais.


fonte: Diogo Schelp
http://veja.abril.com.br

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Tá Chovendo Hamburguer


Me arrependi por não ter ficado ontem em casa terminando os meus trabalhos da facu do que assistir Tá Chovendo Hamburguer.

O filme conta a história de um cientista com ótimas intenções que tenta acabar com a fome no mundo. Tudo parece perfeito, mas na pequena cidade de Chewandswallow começa a chover sopa, nevar purê de batatas e vem uma tempestade de hambúrgueres. O cientista só não imaginava que isso iria causar um problema de proporções globais.

A animação em 3D da Sony, dirigido pelos novatos Phil Lord e Chris Miller, também autores do roteiro, que por sua vez é baseado no best seller infantil homônimo escrito por Judi e Ron Barrett, “Tá Chovendo Hambúrguer” peca justamente por não conseguir se sobressair diante sua origem.

“Tá Chovendo Hambúrguer” começa de uma forma bem engraçada e curiosa. Porém, o que parecia ser interressante se torna um filme massante, pesado e sem criatividade.

O protagonista é um garoto com que revela inclinação para a ciência e vontade de ser inventor, além de tornar evidente sua inabilidade social e seu desejo de ajudar o mundo.

Minha crítica ao filme é a exposição exagerada dos alimentos no qual está ensinando às nossas crianças sobre desperdiçio, a gula, a preguiça, a manipulação e outras coisas mais. Ora, ninguém além do cientísta desta cidade pensa? Ninguém é criativo? Ninguém pode atravessar o oceano é, procurar novas possibilidades de contribuir para o bem da cidade?

Quem disse que para ser um cientísta tem que andar com o cabelo espetado, usar óculos e ser um nerd?

O problema foi se agravando de tal maneira que, mostra que, só quem é "nerd" pensa, cria e soluciona o problema da humanidade.

Fora que, o menino por ser anti-social, tem problema de auto-estima. Ele acredita que, se for reconhecido por aquilo que ele faz, será amado.
Não recomendo!


quinta-feira, 14 de maio de 2009

Marcas de batom no banheiro

Estou sumida, eu sei!

Gente, vocês não tem noção o quanto este semestre na facu está sendo puxado.
Muitos trabalhos, seminários, projetos... Próximo semestre começa o TCC (ai que medo. rsrs...), estágio obrigatório. Além do que, tenho que arranjar tempo p/ ir ao cinema, teatro, espetáculos, palestras p/ contar como hora complementar, sair com os amigos, passear (afinal, eu mereço, né?), ir p/ aulas de dança (que amo de paixão), me preparar para os espetáculos, ler, estudar, ficar um tempo com a família, rever os velhos amigos, emprestar o ombro p/ alguém, contar até mil quando alguém nos fecha no trânsito, ser tudo isso é um pouco mais... Ufa!!! Não é fácil!

Mas vamos lá...

Recebi um e-mail de um colega da facu. E, como sou da àrea da Educação, achei fantástico p/ postar aqui.

bj a todos

Obs: amo ler diversos assuntos, porém, no momento o meu tempo está complicado. Prometo que assim que tiver um tempo, passarei no blog de vocês.

:-)

Numa Escola Pública, estava ocorrendo uma situação inusitada: uma turma de meninas de 12 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom. O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom...

Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora. No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram. No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho. Nunca mais apareceram marcas no espelho! (Ecaaaaaaaaaaaaaaa) kkkkkkkkkkk

Moral da história: Há professores e educadores.
Comunicar é sempre um desafio!
As vezes precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Proibido fumar

Me perdoem os fumantes, mas já era tempo a aprovação da lei contra da proibição de fumo em locais fechados.

Num tem coisa mais desagradável do que acordar cedo, tomar um banho, sair toda cheirosa e, ao chegar num local fechado (trabalho, faculdade, aeroporto...) alguém te denotar com aquela imensa nuvem de fumaça de cigarro e acabar com o seu dia.

Além do que, já está comprovado que, aqueles que não fumam e convivem ao lado de um fumante, são fumantes passivos. Isto é, a fumaça do cigarro que achamos que não prejudica os não fumantes, pode causar complicações terríveis na saúde!!!

Os problemas que o fumante adquire são vários como; problemas respiratórios, impotência sexual, cancêr nos pulmões, doenças cardíacas entre outros...

Imagens falam mais do que palavras não é verdade!? Mas não é a minha intenção de chocar ninguém, uma vez que todos, ou pelo menos deveriam saber dos males que o fumo faz a saúde.

A pergunta é: por ser uma droga legalizada, o governo tem consciência das consequências que o fumo traz à vida do fumante quanto daqueles que convivem com esses. Sendo assim, pq. não nivelar a proíbição do fumo como droga ilegal?

Eu tenho várias sugestões a respeito, e você?




quinta-feira, 5 de março de 2009

Direitos Humanos

Carta enviada de uma mãe para outra mãe em SP, após noticiário na TV.

"De mãe para mãe.

Vi seu enérgico protesto diante das câmeras contra a transferência do seu filho, menor infrator, das dependências da FEBEM em São Paulo para outra dependência da FEBEM no interior do Estado.

Vi você se queixando da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que passou a ter para visitá-lo, bem como de outros inconvenientes decorrentes daquela transferência.

Vi também toda a cobertura que a mídia deu para o fato, assim como vi que não só você, mas igualmente outras mães na mesma situação, contam com o apoio de Comissões Pastorais, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, ONGs, etc...

Eu também sou mãe e, assim, bem posso compreender o seu protesto. Quero com ele fazer coro.

Enorme é a distância que me separa do meu filho.Trabalhando e ganhando pouco, idênticas são as dificuldades e as despesas que tenho para visitá-lo. Com muito sacrifício, só posso fazê-lo aos domingos porque labuto, inclusive aos sábados, para auxiliar no sustento e educação do resto da família. Felizmente conto com o meu inseparável companheiro, que desempenha, para mim, importante papel de amigo e conselheiro espiritual.

Se você ainda não sabe, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou estupidamente num assalto à vídeo locadora, onde meu filho trabalhava durante o dia para pagar os estudos à noite. No próximo domingo, quando você estiver abraçando, beijando e fazendo carícias no seu filho, eu estarei visitando o meu e depositando flores no seu humilde túmulo, num cemitério da periferia de São Paulo...

Ah! Ia me esquecendo: e também ganhando pouco e sustentando a casa, pode ficar tranqüila, viu! Eu estarei pagando de novo, o colchão que seu querido filho queimou lá na última rebelião da Febem. No cemitério, nem na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante destas 'Entidades' que tanto lhe confortam, para me dar uma palavra de conforto, e talvez me indicar 'Os meus direitos' !

'Circule este manifesto! Talvez a gente consiga acabar com esta inversão de valores que assola o Brasil. Direitos humanos são para humanos direitos!!!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Escritores da Liberdade

Esses dias eu encontrei uma colega que estudou comigo no colegial.

Conversamos sobre várias coisas e, dentro delas; a escola.

Fizemos uma breve comparação da nossa época e da época de hoje.

Eu estudei em escola público. Porém, as crianças e os adolescentes daquela escola, faziam questão de irem todos arrumadinhos, serem os melhores alunos da sala, se destacarem em algum esporte, gincana, dança e etc... Raramente havia agressão física. Os professores eram respeitados. A escola, por mais tradicional que era, era um lugar agradável.

Hoje, está mesma escola já não é mais a mesma. Bandidagem, falta de respeito com os professores, brigas constantes e etc... são as marcas atuais.

O que mudou? Quem falhou?

Assistindo ao filme, percebo que não é somente no Brasil, o fato da violência ser tão marcante neste mundo contemporâneo.

Nós podemos resgatar várias dessas pessoas. Temos que nos esforçar para fazer a nossa parte. Para tanto devemos deixar de atuar mecanicamente e partir para a ação.

1. Buscar entender a realidade criminológica dessas crianças e adolescentes.
2. Como vimos no filme; essas pessoas não tem nenhuma perceptiva de vida.
3. Não podemos ficar somente no blá blá blá das discussões e nada fazer para mudar este quadro que impera o mundo atual.
4. É preciso coragem, força, ânimo e determinação para aguentar todo tipo de oposição.

Não pq. queremos sair por ai, dizendo p/ mundo todo que conseguimos mudar. Mas pq. realmente queremos deixar uma marca na vida daqueles que não tem esperança alguma.
Isto sim; faz toda a diferença.

terça-feira, 4 de março de 2008

A história de Natasha

Este caso foi publicado no dia 2 de março de 2008, pela Folha de S.Paulo, onde expõe como a administração pública, (mal)trata a infância.

A empregada doméstica Martinha deixou de trabalhar durante as manhãs para acompanhar a filha Natasha na escola.

Com paralisia cerebral, a menina de 9 anos precisa de auxílio para subir 13 degraus, na hora do lanche e na hora de ir ao banheiro. A doença não afeta a capacidade intelectual, mas a motora.

A mãe assume o dever do Estado: assegurar condições de estudo.

Tudo seria facilmente resolvido se a direção da escola transferisse a turma de Natasha, para o piso térreo. Entretanto, burocratas são incapazes de solucionar problemas tão simples como este.

O caso levou ao conhecimento da Secretaria Estadual da Educação, que ordenou a escola passar a turma de Natasha para o térreo.

A Educação só pode mudar com pequenos gestos de atitude justas!

Precisamos denunciar todos os tipos de abusos e absurdos das escolas.

Se queremos mudar o mundo, isto precisa primeiro começar de nós.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Mudança no Ensino!?


A Educação é um ato político num país ocidental e capitalista repleto de globalização, violência e valorização do individualismo.

Qual é o modelo de Educação que os homens necessitam para viver neste mundo?


A escola tanto pode servir para o lado bom, quanto para o lado ruim. Isso depende da forma pelo qual o educador vê o mundo.


Somos seres inacabados em busca do desconhecido, do oculto, do não revelado.


A Educação, é uma possibilidade de transformação do indivíduo. Porém, o que acontece é que vivemos rodeados de estruturas que envolve a Educação de Ideologia que manipula e oprime a classe dominada.


Entretanto, o que todos esquecem é que tudo o que existe, é uma criação humana cheia de normas e leis. Tudo o que o homem criou, foi para que a elite comandasse o controle dos oprimidos. Sendo que, o homem tem o poder de criar e destruir. Mas a nossa sociedade é muito ingênua e, a classe dominadora utiliza-se disso para reproduzir ainda mais essa ingenuidade.


É muito comum ver as contradições dos "ingênuos" nesse processo educacional que, fazem discursos hipócritas falando de democracia e liberdade quando, o mesmo impõe a sua arrogância.


Discursos no qual dizem que a fome no país é uma fatalidade, mas não tomam nenhuma providência para uma melhoria. Entretanto, esses, aguardam pacientemente por "uma benção divina" para que a realidade mude.


Contudo, a Educação que o homem necessita para viver nesse mundo, se faz no corpo. Uma Educação na qual indaga, compara, reflete dúvidas, têm um olhar crítico.


Ao invés de uma Educação que apenas ensine o individuo a escrever o seu nome, ensine a esse, a reivindicar os seus direitos e lutar para uma Educação de qualidade.


É isso só será possível com a conscientização e movimentação da massa, voltada à criatividade e autonomia na construção de uma sociedade democrata.


Essa mudança só será construida através da luta da população capazes de operar nesse processo de mudança.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

O que você vê?

Este video mostra como a sociedade quer que sejamos, pensamos, sonhamos e etc. Somente aqueles que se permitem sair da caverna, é que conseguem enxergar a realidade que a mídia não mostra.